segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Ludwig van Beethoven

                                                                     
Beethoven foi batizado em 17 de Dezembro de 1770, tendo nascido presumivelmente no dia anterior, na Renânia do Norte (Alemanha). Sua família era de origem flamenga, cujo sobrenome significava horta de beterrabas e no qual a partícula van não indicava nobreza alguma. Seu avô, Lodewijk van Beethoven - também chamado Luís na tradução -, de quem herdou o nome, nasceu na Antuérpia, em 1712, e emigrou para Bonn, onde foi maestro de capela do príncipe eleitor. Descendia de artistas, pintores e escultores, era músico e foi nomeado regente da Capela Arquiepiscopal na corte da cidade de Colónia. Na mesma capela, seu filho, o pai de Ludwig, era tenor e também leccionava. Foi dele que Beethoven recebeu as suas primeiras lições de música, o qual o pretendeu afirmar como menino prodígio ao piano, tal seria a facilidade demonstrada desde muito cedo para tal. Por isso o obrigava a estudar música todos os dias, durante muitas horas, desde os cinco anos de idade. No entanto, seu pai terminou consumido pelo álcool, pelo que a sua infância se manifestou como infeliz, por isso.
Sua mãe, Maria Magdalena Kewerich (1746-1787), era filha do chefe de cozinha do príncipe da Renânia, Johann Heinrich Keverich. Casou-se duas vezes. O primeiro marido foi Johann Leym (1733-1765). Tiveram apenas um filho, Johann Peter Anton, que nasceu e morreu em 1764. Depois da morte do marido, Magdalena, viúva, casou-se com Johann van Beethoven (1740-1792). Tiveram sete filhos: o primeiro, Ludwig Maria, que nasceu e morreu no ano de 1769; o segundo Ludwig van Beethoven (1770-1827), o compositor, que morreu com 56 anos; o terceiro, Kaspar Anton Carl van Beethoven (1774-1815) que também tinha dotes para a música e que morreu com 41 anos; o quarto, Nicolaus Johann van Beethoven (1776-1848), que se tornou muito rico, graças à indústria farmacêutica, e que morreu com 72 anos; a quinta, Anna Maria, que nasceu e morreu em 1779; o sexto, Franz Georg (1781-1783), que morreu com dois anos de idade e a sétima, Maria Magdalena (1786-1787), que morreu com apenas um ano de idade. Portanto, Beethoven – que foi o terceiro filho da sua mãe e o segundo do seu pai – teve seis irmãos, quatro dos quais morreram na infância. Quanto aos irmãos vivos, Beethoven foi o primeiro, Kaspar foi o segundo e Nicolaus o terceiro.
Ludwig nunca teve estudos muito aprofundados, mas sempre revelou um talento excepcional para a música. Com apenas oito anos de idade, foi confiado a Christian Gottlob Neefe (1748-1798), o melhor mestre de cravo da cidade, que lhe deu uma formação musical sistemática, e lhe deu a conhecer os grandes mestres alemães da música. Numa carta publicada em 1780, pela mão de seu mestre, afirmava que seu discípulo, de dez anos, dominava todo o repertório de Johann Sebastian Bach, e que o apresentava como um segundo Mozart. Compôs as suas primeiras peças aos onze anos de idade, iniciando a sua carreira de compositor, de onde se destacam alguns Lieder. Os seus progressos foram de tal forma notáveis que, em 1784, já era organista-assistente da Capela Eleitoral, e pouco tempo depois, foi violoncelista na orquestra da corte e professor, assumindo já a chefia da família, devido à doença do pai - alcoolismo. Foi neste ano que conheceu um jovem Conde de Waldstein, a quem mais tarde dedicou algumas das suas obras, pela sua amizade. Este, percebendo o seu grande talento, enviou-o, em 1787, para Viena, a fim de ir estudar com Joseph Haydn. O Arquiduque de Áustria, Maximiliano, subsidiou então os seus estudos. No entanto, teve que regressar pouco tempo depois, assistindo à morte de sua mãe. A partir daí, Ludwig, com apenas dezessete anos de idade, teve que lutar contra dificuldades financeiras, já que seu pai tinha perdido o emprego, devido ao seu já elevado grau de alcoolismo.Foi o regresso de Viena que o motivou a um curso de literatura. Foi aí que teve o seu primeiro contacto com Ideais da Revolução Francesa, com o Iluminismo e com um movimento literário romântico: Sturm und Drang - Tempestade e Ímpeto/Paixão;[4] dos quais, um dos seus melhores amigos, Friedrich Schiller, foi, juntamente com Johann Wolfgang von Goethe, dos líderes mais proeminentes deste movimento, que teria uma enorme influência em todos os setores culturais na Alemanha.No entanto, o seu verdadeiro génio só foi realmente revisado com a publicação das suas Op. 7 e Op. 10, entre 1796 e 1798: a sua Quarta Sonata para Piano em Mi Maior, e as suas Quinta em Dó Menor, Sexta em Fá Maior e Sétima em Ré Maior Sonatas para Piano.Em 2 de Abril de 1800, a sua Sinfonia nº1 em Dó maior, Op. 21 faz a sua estreia em Viena. Porém, no ano seguinte, confessa aos amigos que não está satisfeito com o que tinha composto até então, e que tinha decidido seguir um novo caminho. Em 1802, escreve o seu testamento, mais tarde revisto como O Testamento de Heilingenstadt, por ter sido escrito na localidade austríaca de Heilingenstadt, então subúrbio de Viena, dirigido aos seus dois irmãos vivos: Kaspar Anton Carl van Beethoven (1774-1815) e Nicolaus Johann van Beethoven (1776-1848).
Finalmente, entre 1802 e 1804, começa a trilhar aquele novo caminho que ambiciona, com a apresentação de Sinfonia nº3 em Mi bemol Maior, Op.55, intitulada de Eróica. Uma obra sem precedentes na história da música sinfônica, considerada o início do período Romântico, na Música Erudita. Os anos seguintes à Eroica foram de extraordinária fertilidade criativa, e viram surgir numerosas obras-primas: a Sonata para Piano nº 21 em Dó maior, Op.53, intitulada de Waldstein, entre 1803 e 1804); a Sonata para Piano nº 23 em Fá menor, Op.57, intitulada de Appassionata, entre 1804 e 1805; o Concerto para Piano nº 4 em Sol Maior, Op.58, em 1806; os Três Quartetos de Cordas, Op.59, intitulados de Razumovsky, em 1806; a Sinfonia nº 4 em Si bemol Maior, Op.60, também em 1806; o Concerto para Violino em Ré Maior, Op.61, entre 1806 e 1807; a Sinfonia nº 5 em Dó Menor, Op.67, entre 1807 e 1808; a Sinfonia nº 6 em Fá maior, Op.68, intitulada de Pastoral, também entre 1807 e 1808; a Ópera Fidelio, Op.72, cuja versão definitiva data de 1814; e o Concerto para Piano nº 5 em Mi bemol Maior, Op.73, intitulado de Imperador, em 1809.
Ludwig escreveu ainda uma Abertura, música destinada a ilustrar uma peça teatral, uma tragédia em cinco actos de Goethe: Egmont. E muito se conta do encontro entre Johann Wolfgang von Goethe e Ludwig van Beethoven.
A culminância destes anos foi a Sinfonia nº 9 em Ré Menor, Op.125 (1822-1824), para muitos a sua maior obra-prima. Pela primeira vez é inserido um coral num movimento de uma sinfonia. O texto é uma adaptação do poema de Friedrich Schiller, "Ode à Alegria", feita pelo próprio Ludwig van Beethoven.
A obra de Beethoven refletiu em um avivamento cultural. Conforme o historiador Paul Johnson, "Existia uma nova fé e Beethoven era o seu profeta. Não foi por acidente que, aproximadamente na mesma época, as novas casas de espetáculo recebiam fachadas parecidas com as dos templos, exaltando assim o status moral e cultural da sinfonia e da música de câmara."
Os anos finais de Ludwig foram dedicados quase exclusivamente à composição de Quartetos para Cordas. Foi nesse meio que ele produziu algumas de suas mais profundas e visionárias obras, como o Quarteto em Mi bemol Maior, Op.127 (1822-1825); o Quarteto em Si bemol Maior, Op.130 (1825-1826); o Quarteto em Dó sustenido Menor, Op.131 (1826); o Quarteto em Lá Menor, Op.132 (1825); a Grande Fuga, Op.133 (1825), que na época criou bastante indignação, pela sua realidade praticamente abstrata; e o Quarteto em Fá Maior, Op.135 (1826).
De 1816 até 1827, ano da sua morte, ainda conseguiu compor cerca de 44 obras musicais. Sua influência na história da música foi imensa. Ao morrer, a 26 de Março de 1827, estava a trabalhar numa nova sinfonia, assim como projectava escrever um Requiem. Ao contrário de Mozart, que foi enterrado anonimamente em uma vala comum (o que era o costume na época), 20.000 cidadãos vienenses enfileiraram-se nas ruas para o funeral de Beethoven, em 29 de março de 1827. Franz Schubert, que morreu no ano seguinte e foi enterrado ao lado de Beethoven, foi um dos portadores da tocha. Depois de uma missa de réquiem na igreja da Santíssima Trindade (Dreifaltigkeitskirche), Beethoven foi enterrado no cemitério Währing, a noroeste de Viena. Seus restos mortais foram exumados para estudo, em 1862, sendo transferidos em 1888 para o Cemitério Central de Viena.
Há controvérsias sobre a causa da morte de Beethoven, sendo citados cirrose alcoólica, sífilis, hepatite infecciosa, envenenamento, sarcoidose e doença de Whipple. Amigos e visitantes, antes e após a sua morte haviam cortado cachos de seus cabelos, alguns dos quais foram preservadas e submetidos a análises adicionais, assim como fragmentos do crânio removido durante a exumação em 1862. Algumas dessas análises têm levado a afirmações controversas de que Beethoven foi acidentalmente levado à morte por envenenamento devido a doses excessivas de chumbo à base de tratamentos administrados sob as instruções do seu médico.
A sua vida artística poderá ser dividida - o que é tradicionalmente aceitado desde o estudo, publicado em 1854, de Wilhelm von Lenz - em três fases: a mudança para Viena, em 1792, quando alcança a fama de brilhantíssimo improvisador ao piano; por volta de 1794, se inicia a redução da sua acuidade auditiva, fato que o leva a pensar em suicídio; os últimos dez anos de sua vida, quando fica praticamente surdo, e passa a escrever obras de carácter mais abstrato.
Em 1801, Beethoven afirma não estar satisfeito com o que compôs até então, decidindo tomar um "novo caminho". Dois anos depois, em 1803, surge o grande fruto desse "novo caminho": a sinfonia nº3 em Mi bemol Maior, apelidada de "Eroica", cuja dedicatória a Napoleão Bonaparte foi retirada com alguma polémica. A sinfonia Eroica era duas vezes mais longa que qualquer sinfonia escrita até então.
Em 1808, surge a Sinfonia nº5 em Dó menor (sua tonalidade preferida), cujo famoso tema da abertura foi considerado por muitos como uma evidência da sua loucura.
Em 1814, na segunda fase, Beethoven já era reconhecido como o maior compositor do século.[carece de fontes?]
Em 1824, surge a Sinfonia nº9 em Ré Menor. Pela primeira vez na história da música, é inserido um coral numa sinfonia, inserida a voz humana como exaltação dionisíaca da fraternidade universal, com o apelo à aliança entre as artes irmãs: a poesia e a música.
Beethoven começou a compor música como nunca antes se houvera ouvido. A partir de Beethoven a música nunca mais foi a mesma[carece de fontes?]. As suas composições eram criadas sem a preocupação em respeitar regras que, até então, eram seguidas. Considerado um poeta-músico, foi o primeiro romântico apaixonado pelo lirismo dramático e pela liberdade de expressão. Foi sempre condicionado pelo equilíbrio, pelo amor à natureza e pelos grandes ideais humanitários[carece de fontes?]. Inaugura, portanto, a tradição de compositor livre, que escreve música para si, sem estar vinculado a um príncipe ou a um nobre. Hoje em dia muitos críticos o consideram como o maior compositor do século XIX, a quem se deve a inauguração do período Romântico, enquanto que outros o distinguem como um dos poucos homens que merecem a adjetivação de "génio".

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

DIVULGAÇÃO!!!

Prezado enxadrista:

Estamos lançando um novo site de xadrez que vem substituir o tradicional Comunic/Xadrez.

Xadrez Total vem com muitas novidades !

Cobertura dos torneios no Brasil, feitas por nós, direto dos torneios.

Artigos teóricos do MI Marcus Vinicius "Ovelha" Santos e do MI cubano Gerardo Lebredo, entre tantos outros.

Mais de dez entrevistas já publicadas por Guilherme Moraes, do "Blog do Guiga".

Para começar, publicamos um artigo teórico do MI Lebredo sobre William Steinitz, uma matéria exclusive sobre o Campeonato Brasileiro de Soluções de Problemas de Xadrez com os resultados dos problemas, todos os detalhes do I Magistral Feminino CBX e muito mais !

Visualizador de partidas em java e PGNs de torneios para baixar também estão no novo site.

Virão muitas novidades ao longo dos próximos dias !

Visite www.xadreztotal.com.br e divirta-se !

Atenciosamente,

Equipe Xadrez Total

Mauro Amaral
Árbitro Internacional de Xadrez - International Chess Arbiter
Diretor da Confederação Brasileira de Xadrez - CBX
ICC Admin - Agente Oficial do ICC no Brasil - ICC Partner in Brazil
www.xadreztotal.com.br
E-Mail/MSN: xadreztotal@hotmail.com
Skype: mauroamaral130976
Telefones/Phones: [55] 11 55737979      [55] 11 55737979  

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

EDUCAÇÃO ESPARTANA

Hoje conheceremos um pouco sobre a antiga educação espartana e como ela conseguil conquistar todos as outra cidades vizinhas á ela.
Esparta (em grego Σπάρτη, transl. em grego moderno Spárti, em grego antigo, Spártē) é um município da Grécia, situada nas margens do rio Eurotas, no sudeste da região do Peloponeso. Foi uma das mais notórias cidades-estado da Grécia Antiga; conquistou a vizinha Messénia cerca do ano 700 a.C. e, duzentos anos mais tarde, coligou-se a seus outros vizinhos, formando a Liga do Peloponeso. Na Guerra do Peloponeso, no século V a.C., Esparta derrotou Atenas e passou virtualmente a governar toda a Grécia, mas em 371 a.C.
O governo de Esparta tinha como um de seus principais objetivos fazer de seus cidadãos modelos de soldados, bem treinados fisicamente, corajosos e obedientes às leis e às autoridades. 
Em Esparta, os homens eram na sua maioria soldados e foram responsáveis pelo avanço das técnicas militares, melhorando e desenvolvendo um treino, organização e disciplina nunca vistos até então.
A educação espartana, que recebia o nome técnico de agogê, apresentava as particularidades de estar concentrada nas mãos do Estado e de ser uma responsabilidade obrigatória do governo. Estava orientada para a intervenção na guerra e a manutenção da segurança da cidade, sendo particularmente valorizada a preparação física que visava fazer dos jovens bons soldados e incutir um sentimento patriótico. Nesse treinamento educacional eram muito importantes os treinamentos físicos, como salto, corrida, natação, lançamento de disco e dardo. Nos treinamentos de batalha, as meninas se dedicavam ao arco e flecha. Já os meninos eram especialistas em combate corporal,assim como em táticas defensivas e ofensivas.Desde o nascimento até a morte, o espartano pertencia ao Estado. Os recém-nascidos eram examinados por um conselho de anciãos que ordenava eliminar os que fossem portadores de deficiência física ou mental ou não fossem suficientemente robustos (uma forma de eugenia). As crianças Espartanas eram espancadas pelos pai para se tornarem mais fortes, e, se não fossem, morreriam.A partir dos sete anos de idade, os pais (cidadãos) não mais comandavam a educação dos filhos. As crianças eram entregues à orientação do Estado, que tinha professores especializados para esse fim. Os jovens viviam em pequenos grupos, levando vidas muito austeras, realizavam exercícios de treino com armas e aprendiam a táctica de formação.
A educação espartana, supervisionada por um magistrado especial, o paidónomo, compreendia três ciclos, distribuídos por três anos:
  1. Dos sete aos onze anos;2.Dos doze aos quinze anos; 3.Dos dezesseis aos vinte anos (a efebia). 
Depois de concluído o período de formação educativa, os cidadãos de Esparta, entre os vinte e os sessenta anos, estavam obrigados a participar na guerra. Continuavam a viver em grupos e deviam tomar uma refeição diária nos chamados syssitia.
Para o historiador italiano Franco Cambi, a educação desenvolvida em Esparta e Atenas constitui dois modelos educativos diferentes. Em Esparta, a perspectiva militar orientava a formação de cidadãos-guerreiros, defensores do Estado. Já em Atenas, predominava um tipo de formação mais livre e aberta, que, de modo mais amplo, valorizava o indivíduo e suas capacidades. (Cf. Franco Cambi. História da pedagogia.) . 
As mulheres recebiam educação quase igual à dos homens, participando dos torneios e atividades desportivas. O objetivo era dotá-las de um corpo forte e saudável para gerar filhos sadios e vigorosos. Consistia na prática do exercício físico ao ar livre, com a música e a dança relegadas para um segundo plano (ao contrário do que tinha sucedido na Época Arcaica). Assim como os homens, também iam aos quartéis quando completavam sete anos de idade para serem educadas e treinadas para a guerra mas dormiam em casa, onde recebiam da mãe aulas de educação sexual, assim que atingiam a chamada menarca (primeira menstruação), começavam a receber aulas práticas de sexo, para gerarem bons cidadãos para o estado, aulas onde se usavam escravos, com coito interrompido para não engravidarem de hilotas (servos) e recebiam também uma educação mais avançada que a dos homens já que seriam elas que trabalhariam e cuidariam da casa enquanto seus maridos estivessem servindo ao exército.
Assim que atingiam a maturidade (entre dezenove e vinte anos) elas pediam a autorização ao estado para casarem, passando por um teste para comprovar sua fertilidade (engravidavam de um escravo que era só para a reprodução, sendo muito bem tratado e alimentado e morto aos 30 anos, pois era considerado velho. O filho que ela tinha com esse escravo era morto e a mulher conseguia sua autorização para casar), caso elas não conseguissem engravidar, era mandada aos quartéis para, assim como os homens, servir ao exército espartano.
A mulher espartana podia ter qualquer homem que quisesse, mesmo sendo casada, já que seus maridos ficavam até os 60 anos de idade servindo ao exército nos quartéis, e podia também requisitar o seu marido ao general do quartel, mas o mesmo não poderia ser feito pelos homens.
Muitos filhos era sinal de vitalidade e força em Esparta, assim, quanto mais filhos a mulher tivesse, mais atraente ela seria, podendo engravidar de qualquer esparciata, mas o filho desta seria considerado filho do seu marido.

fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Esparta ;

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Jeb´s 2010

De 02/12 a 06/12 foi realizado os Jogos Escolares Brasileiros,onde o Estado do Amazonas teve boa participação nas categorias individuais...na modalidade de xadrez o nosso Estado foi representado pelos enxadristas Cristianne Correia e Darler Rebolsas,onde obtiveram campanha regular.de qualquer forma valeu a experiencia obtida pelos jovens enxadristas e que futuramente darão muitos titulos para nosso Estado! Parabéns Cristianne e Darler por sua garra e determinação em todas as partidas!

Obs: as demais fotos do evento estao publicadas no orkut (L30n4rd0 64d3lh4) como todo mundo possui um orkut basta acessar ...

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Introdução A Epistemologia da Ciência


 Segundo os autores  Víctor Christian José Quintana Pinedo y Karyn Siebert Pinedo.

Anaximandro (611 a.C. - 545 a.C.)

Nascido em Mileto pouco depois de Tales e, como ele matemático, astrônomo e filósofo, procurou aprofundar a idéia de Tales, de quem era discípulo. Anaximandro interroga-se sobre a questão de unidade do princípio. Mas dá a esta questão uma resposta surpreendente, muito mais satisfatória do que a do mestre: o princípio de todas as coisas, o elemento primordial, não pode ser uma coisa determinada como água, a terra, o fogo ou o ar, porque o que se quer explicar é justamente a origem destas coisas determinadas. O princípio primeiro deve ser alguma coisa indeterminada (apeiron).
Segundo ele, os corpos apareciam e desapareciam Como bolhas nesse material primordial e que nos materiais formados no apeiron havia uma concentração de materiais pesados no centro, provocada por movimento rotacional e, assim, nas extremidades, formavam-se os planetas. Também dizia que ao se formarem, as coisas tinham qualidades contrárias umas das outras: úmido e seco, quente e frio e assim por diante. Anaximandro também contribuiu com a Geometria e a Astronomia.

 Anaxímenes (545 a.C. - ? )
Discípulo de Anaximandro e terceiro célebre filósofo de Mileto, que descartou a possibilidade de existir o apeiron. Para ele, o elemento primordial a partir do qual tudo se criava era o ar, que realizava um movimento constante e poderia se condensar formando uma névoa ou nuvem visível e depois, por condensação, água, que com condensação adicional, transformava-se em terra ou rochas e pedras. Se o elemento primordial fosse perfeito, transformava-se em fogo. Associava ao fogo a quentura e a secura e à matéria sólida a friagem e a umidade.

 Pitágoras (580 a.C. - 500 a.C.)
Pitágoras pertence ao grupo restrito dos grandes mestres da humanidade. Mas esta posição de altíssimo prestígio lhe vem mais das doutrinas ascéticas e religiosas do que das filosóficas, apesar de ter dado a estas uma contribuição decisiva.
Gênio multiforme cultivava ao mesmo tempo a matemática, a geometria, a astronomia, a filosofia, a ascese e a mística. Nenhum de seus escritos foi conservado; temos, porém, muitos testemunhos indiretos a seu respeito. Segundo esses testemunhos, o fundador da escola Pitagórica nasceu em Samos, ainda jovem desejoso de aprender, viajou longe da pátria e se inicio em todos os mistérios gregos e bárbaros. Esteve em Egito, no tempo de Polícrates.
Pitágoras de Samos, foi para o sul da Itália em 532 a.C. para fugir da opressão política e permaneceu em Metapontum, onde fundou uma irmandade com cunho religioso que discutia princípios fundamentais, que influenciaram outros filósofos posteriores como Platão e Aristóteles. Sua doutrina de que:
“o princípio de todas as coisa é o número”.
tomava a aparência superficial das coisas como ilusória: o conhecimento genuíno da natureza das coisas e a apreciação da ordem fundamental do mundo poderia ser obtidos apenas pela compreensão delas em termos aritméticos. Quanto à sua teoria para explicar os fenômenos naturais, Pitágoras supunha que todos os objetos existentes são compostos de forma e não de substância. Deu grande contribuição à Astronomia e principalmente à Matemática. A última escola pitagórica, onde alguns seguidores continuaram seus trabalhos, foi estabelecida em Croton (atual Crotona), no sul da Itália. 

fonte: http://www.eumed.net/libros/2009a/482/Anaximandro Anaximenes Pitagoras

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Pablo Picasso


Pintor espanhol naturalizado francês. Considerado por muitos o maior artista do século 20, era também escultor, artista gráfico e ceramista.
Pablo Picasso, o artista mais famoso e também o mais versátil do século 20, nasceu em Málaga, no sul da Espanha, em 25 de outubro de 1881. O pai era professor de desenho, portanto o óbvio talento de Picasso foi reconhecido desde cedo e, aos quinze anos, tinha já o seu próprio ateliê.
Após um falso início como estudante de arte em Madri e um período de Boêmia em Barcelona, Picasso fez a sua primeira viagem a Paris em outubro de 1900. A cidade continuava a ser a capital artística da Europa e foi lar permanente do artista desde abril de 1904, quando ele se mudou para o prédio apelidado de Bateau-Lavoir (Barco-Lavanderia), em Montmartre, a partir daí o novo centro da arte e da literatura vanguardista.
Durante este período, o trabalho de Picasso foi relativamente convencional, passando de uma Fase Azul melancólica (1901-05) para a Fase Rosa, mais alegre e delicada (1905).

Velho judeu com um menino 1903

Jovem equilibrista sobre a bola 1905
A mudança de estado de espírito pode ter se originado em parte pela sua ligação com Fernande Olivier, seu primeiro grande amor. Na vida de Picasso, as mulheres e a arte estão inexplicavelmente misturadas, o surgimento de uma nova mulher freqüentemente sinalizava uma mudança de direção artística.
Embora os trabalhos de Picasso estivessem começando a ter sucesso comercialmente, ele decidiu abandonar seu estilo "Rosa". Em 1907, inspirado pelas esculturas ibérica e africana, pintou Les Demoiselles d'Avignon, um dos grandes trabalhos liberadores da arte moderna. Divertindo-se com uma nova liberdade pictórica, Picasso, junto com o pintor francês Georges Braque, criou o Cubismo, em que o mundo visível era desconstruído em seus componentes geométricos. Este foi comprovadamente o momento decisivo em que se estabeleceu um dogma fundamental da arte moderna - o de que o trabalho do artista não é cópia nem ilustração do mundo real, mas um acréscimo novo e autônomo. Graças ao Cubismo, a liberdade do artista estendeu-se também aos materiais, de foram que os meios tradicionais como a pintura e a escultura puderam ser suplementados ou substituídos por objetos colados nas telas, ou "montagens" de itens construídos ou "achados".
Ao contrário de alguns contemporâneos seus, Picasso nunca chegou a criar uma arte puramente abstrata. De fato, sua versatilidade o mantinha um salto adiante de seus admiradores, muitos dos quais se surpreenderam quando ele voltou a pintar figuras mais convencionais e depois, no início da década de 1920, desenvolveu um estilo neoclássico monumental. Coincidentemente ou não, em 1918 se casara com a bailarina Olga Koklova, e adotara um estilo de vida exageradamente próspero e respeitável - mas que ele achava cada vez mais aborrecido.
Em 1925, Picasso começou a pintar formas deformadas, violentamente expressivas, que eram em parte uma resposta às suas dificuldades pessoais. A partir desta época, seus trabalhos se tornaram cada vez mais multiformes, empregando - e inventando - uma variedade de estilos como nenhum outro artista havia tentado antes. Foi também um escultor criativo (algumas autoridades o consideram o maior expoente da arte no século 20), e mais tarde dedicou-se à cerâmica com grande entusiasmo. Em qualquer veículo que se expressasse, sempre foi imensamente prolífero, criando em toda a sua vida milhares de obras.

Dance of Youth
No final da década de 1930, quando o impulso criativo de Picasso parecia finalmente estar enfraquecendo, os acontecimentos o levaram a criar o seu quadro mais famoso: Guenica. Esta obra foi uma resposta aos horrores da Guerra Civil Espanhola. o conflito começou em julho de 1936 com um golpe militar liderado pelo General Francisco Franco, representando os elementos fascistas, tradicionalistas e clericais do país, contra a República Espanhola e seu governo eleito da Frente Popular (centro-esquerda).


Guernica 1937

fonte:www.pintoresfamoso.com.br

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Burrhus Frederic Skinner


Hoje conheceremos Burrhus Frederic Skinner um dos maiores ciêntistas da Psicologia moderna Nascido em uma família presbiteriana, teve uma infância bem tradicional.
(Susquehanna, Pensilvânia, 20 de Março de 1904Cambridge, 18 de Agosto de 1990) foi um autor e psicólogo estadunidense. Conduziu trabalhos pioneiros em psicologia experimental e foi o propositor do Behaviorismo Radical, abordagem que busca entender o comportamento em função das inter-relações entre a filogenética, o ambiente (cultura) e a história de vida do indivíduo. A base do trabalho de Skinner refere-se a compreensão do comportamento humano através do comportamento operante (Skinner dizia que o seu interesse era em compreender o comportamento humano e não manipulá-lo).
O trabalho de skinner é o complemento, e o coroamento de uma escola psicológica. Skinner adotava práticas experimentais derivadas de física e outras ciências.
Outros importantes estudos do autor referem-se ao comportamento verbal humano e a aprendizagem.

Ele se formou em inglês, recebeu a chave simbólica da Phi Beta Kappa e manifestou o desejo de tornar-se escritor. Quando criança, tinha escrito poemas e histórias, e, em 1925, num curso de verão sobre redação, o poeta Robert Frost fizera comentários favoráveis sobre seu trabalho.
Durante dois anos depois da formatura, Skinner dedicou-se a escrever. Passou um ano no Greenwich Village, mas acabou se desiludindo com sua falta de habilidade literária. Concluiu que tinha poucas experiências e que lhe faltava uma perspectiva pessoal para escrever.
Essa falta de sucesso como escritor o deixou tão desesperado que pensou em consultar um psiquiatra. Considerou-se um fracasso e estava com sua auto-estima abalada. Também estava desapontado no amor; ao menos uma meia dúzia de jovens havia rejeitado suas investidas, deixando-o com o que ele descreveu como intensa dor física. Skinner ficou tão perturbado que gravou a inicial do nome de uma mulher no braço, onde permaneceu durante anos.
Depois de ler sobre John B. Watson e Ivan Pavlov, decidiu transferir seu interesse literário pelas pessoas para um interesse mais científico. Em 1928, inscreveu-se na pós-graduação de psicologia em Harvard, embora nunca tivesse estudado psicologia antes. Foi para a pós-graduação, disse ele, "não porque fosse um adepto totalmente comprometido da psicologia, mas para fugir de uma alternativa intolerável". Comprometido ou não, doutorou-se três anos mais tarde. Seu tema de dissertação dá um primeiro vislumbre da posição a que ele iria aderir por toda a sua carreira. Sua principal proposição era de que um reflexo não é senão a correlação entre um estímulo e uma resposta. Concluiu o mestrado em 1930 e o doutorado em 1931.
Depois de vários pós-doutorados, Skinner foi dar aulas na Universidade de Minnesota (1936–45), nessa época casou-se com Yvonne Blue, com quem teve dois filhos, e na Universidade de Indiana (1945–47). Em 1947, voltou a Harvard. Seu livro de 1938, "O Comportamento dos Organismos", descreve os pontos essenciais de seu sistema inicial. Seu livro de 1953, "Ciência e Comportamento Humano", é tido como um manual básico da sua psicologia comportamentalista.Skinner manteve-se produtivo até a morte, aos oitenta e seis anos, trabalhando até o fim com a mesma determinação com que começara uns sessenta anos antes. Em seus últimos anos de vida, ele construiu, no porão de sua casa, sua própria "caixa de Skinner" – um ambiente controlado que propiciava reforço positivo. Ele dormia ali num tanque plástico amarelo, de tamanho apenas suficiente para conter um colchão, algumas prateleiras de livros e um pequeno televisor. Ia dormir toda noite às dez, acordava três horas depois, trabalhava por uma hora, dormia mais três horas e despertava às cinco da manhã para trabalhar mais três horas. Então, ia para o gabinete da universidade para trabalhar mais, e toda tarde retemperava as forças ouvindo música.
Aos sessenta e oito anos, escreveu um artigo intitulado "Auto-Administração Intelectual na Velhice", citando suas próprias experiências como estudo de caso. Ele mostrava que é necessário que o cérebro trabalhe menos horas a cada dia, com períodos de descanso entre picos de esforço, para a pessoa lidar com a memória que começa a falhar e com a redução das capacidades intelectuais na velhice. Doente terminal com leucemia, apresentou uma comunicação na convenção de 1990 da APA, em Boston, apenas oito dias antes de morrer; nela, ele atacava a psicologia cognitiva.
Sem nenhuma dúvida, Skinner foi um dos mais influentes psicólogos do século XX, ou seja, da psicologia científica moderna. Estabeleceu as bases metodológicas para o estudo científico do comportamento de organismos não humanos, em laboratório, sem perder de vista o comportamento humano, seja ele simples ou complexo, do indivíduo só ou em grupo, enfim, de todas as possibilidades da ação humana. Skinner desenvolveu também instrumentos básicos para o estudo sistemático das relações comportamentais do organismo com o seu meio ambiente. Nesse sentido, uma metodologia foi desenvolvida e denominada de Análise Experimental do Comportamento. O ambiente experimental para as pesquisas de laboratório foi por ele, habilidosamente, construído e denominado de câmara de condicionamento operante (também conhecida por caixa de Skinner). Do instrumental criado e construído por Skinner, o mais genial, além da câmara operante, foi o registro cumulativo (cumulative recorder), que permite um registro minucioso do comportamento em tempo real, que pode ser mensurado pela taxa de respostas. O modelo experimental de Skinner foi inovador em vários aspectos aos até então utilizados pela psicologia experimental. Skinner introduziu a análise do sujeito como seu próprio controle; as contingências de reforço, como instrumentos de análise funcional das relações comportamentais com o meio ambiente e a taxa de respostas como uma medida comportamental importante. Tratou o comportamento como um evento natural, com regularidade e passível de ser estudado cientificamente e, com seu modelo de ciência, estudou o comportamento dos organismos, preocupado principalmente com o comportamento humano, interessado em identificar as variáveis das quais o comportamento é função.
A ciência do comportamento que Skinner propôs não estaria completa se não tivesse uma base filosófica. Para tanto, ele sistematizou as bases epistemológicas e filosóficas dessa ciência sob a denominação de Behaviorismo Radical, que está, principalmente, apresentada no livro About Behaviorism, publicado em 1974. 
Em seu primeiro livro, The Behavior of Organisms - An Experimental Analysis, Skinner claramente distingue o comportamento operante do comportamento respondente, a partir das variáveis controladoras envolvidas nessas duas relações comportamentais e, a partir de então, ele enfatiza as relações funcionais operantes, as quais estão sob o controle das contingências de reforçamento, enquanto as relações funcionais respondentes estão sob o controle de estímulos eliciadores. The Behavior of Organisms foi o primeiro livro utilizado para ensinar os princípios da ciência do comportamento tanto em Minnesota, por Skinner como em Columbia (Columbia University) por Fred Keller e William Schoenfeld. Um livro texto mais didático tornou-se necessário para o ensino da análise do comportamento, e assim nasceu o Principles of Psychology – A Systematic Text in the Science of Behavior, publicado em 1950, por Keller e Schoenfeld, hoje um clássico da Análise do Comportamento. Em 1953, Skinner também publica um livro texto para ser utilizado em disciplina que deveria atender a estudantes de vários cursos na universidade em Harvard, trata-se de Science and Human Behavior, que em 2003 mereceu uma seção comemorativa do cinqüentenário de publicação, no Journal of the Experimental Analysis of Behavior. O livro Science and Human Behavior tem duas partes, uma dedicada à ciência do comportamento humano, com questões filosóficas, metodológicas e conceituais e outra parte dedicada às questões sociais, as agências controladoras de comportamento, como por exemplo, o estado, a igreja, a psicoterapia. Neste livro, Skinner nos mostra a extensão da análise do comportamento às questões complexas do comportamento humano. O conhecimento das variáveis controladoras do comportamento, ou seja, das contingências de reforçamento, nos permite controlar e predizer o comportamento, possibilitando o desenvolvimento de tecnologias comportamentais para estabelecer novas contingências comportamentais em diversos contextos da vida cotidiana.
Skinner foi um cientista que se ocupou de fazer análise funcional do seu comportamento de pesquisar, tornando-se ele próprio sujeito de suas análises, como também, demonstrou que a análise experimental do comportamento versa sobre o comportamento humano. Um exemplo sistemático dessa análise encontra-se no Verbal Behavior. E como cientista, Skinner se preocupou com todos os aspectos que um bom cientista deve se concentrar: produção e divulgação de conhecimento e formação de pesquisadores; empreendimentos científicos, como organização de periódicos, sociedades e entidades científicas; e foi parcimonioso e rigoroso com o método, com os princípios básicos e com a filosofia da ciência que propôs para estudar e compreender o comportamento humano. Foi inovador e muito contribuiu para a Ciência, defendendo a extensão dos métodos científicos ao campo do comportamento humano, que muitas vezes lhe fora negado, devido às práticas seculares de explicação explanatórias e fictícias, desprovidas de características científicas e lógicas. Skinner foi contundente em se opor ao emprego de entidades mentais como variáveis explicativas do comportamento; ao contrário, defendeu que os comportamentos privados, como por exemplo, pensamento, conhecimento, emoções, devessem ser estudados à luz da ciência do comportamento, a partir de uma análise funcional, a qual permite identificar as variáveis das quais esses tipos de comportamento são função e, este procedimento não é diferente do procedimento utilizado para investigar qualquer tipo de relação comportamental que envolva um tipo de comportamento público.
A imensa contribuição de B. F. Skinner à Ciência em Geral, à Psicologia, aos Educadores, à Sociedade e à Cultura é notória e inquestionável. O legado que Skinner nos deixou é notável. A sua profícua obra, de 1930 até 1990 (ano de sua morte), ou seja, 60 anos de produção científica contínua, engloba centenas de de artigos e vários livros publicados e ainda, palestras, conferências, aulas, seminários, formação de pesquisadores, entrevistas, anos de pesquisas em laboratórios, durante os sete dias da semana. Esse legado que herdamos muito tem a contribuir para o desenvolvimento da ciência do comportamento, que tem demonstrado ser um caminho para permitir um futuro melhor do mundo e da humanidade. A ciência do comportamento humano, no modelo de Skinner não é uma ficção aos moldes de Walden II e sim um conjunto de regras e de instrumentos conceituais que permitem mudanças no ambiente e conseqüentemente mudanças no comportamento, a partir de descrições cada vez mais precisas do complexo comportamento humano. Após Skinner, os objetivos da ciência – previsão e controle –, tornaram-se possíveis e realidade aos diversos campos da ação humana.
 fonte:
http://pt.wikipedia.org
http://www.scielo.br/